cordas shibari

Regras de utilização para cordas shibari

Toda e qualquer fetiche sexual tem as suas regras, por isso, não são as cordas shibari que fogem à regra! Se nunca experimentou a cordas shibari há que discutir com a sua ou seu parceiro/a sexual todos os seus componentes.

Todo o processo envolve uma técnica de amarração especifico, o que quer dizer que irá ficar completamente imobilizado durante um determinado período de tempo.

Ou seja, terão que acordar qual dos intervenientes será o submisso e o dominador em questão. O meu conselho é tentarem à vez, pois assim ambos poderão sentir os benefícios da prática de amarração das cordas shibari.

Regras elementares para as cordas shibari:

1. Antes de utilizarem as cordas tenham a certeza que nenhum dos participantes tem queimaduras em locais que posteriormente a utilização das cordas possa piorar o estado de saúde.

2. As escolher as cordas shibari tenha a certeza que estão são de algodão e macias. O uso prolongado das cordas podem marcas na pele, por isso convém que sejam macias, de tez aveludada e moles.

3. Ao proceder à imobilização da sua companheira sexual (caso decidam que o homem será o dominador, nesta primeira utilização), tenha a certeza dos pontos em que os nós irão pressionar o corpo da mulher.

4. Como em qualquer outra sessão sexual de sexo considerado “hardcore”, há que escolher a palavra de segurança, para que ambos saibam quando o limite do submisso está a ser ultrapassado.

Recorde-se que a palavra de segurança deve não deve de ser constituída com teor sexual, pois durante a sessão de dominação pode estar a dizer que quer parar e o dominador simplesmente não entende que na realidade a mulher quer mesmo parar.

A melhor forma de encontrar a palavra de segurança ideal é algo fora do contexto como por exemplo, “vermelho” é uma palavra extremamente utilizada, mas se preferir pode também empregar uma palavra como “bolacha” ou “futebol”. Assim ninguém se sentirá ameaçado e poderá ter prazer de maneira segura!

5. Quando se dá inicio ao processo de amarração, há que entender que o submisso não pretende uma dor demasiado aguda, mas sim obter prazer através da amarração, lembre-se que os nós têm que ser elaborados em locais específicos para que o prazer e desejo consiga ser atingido integralmente!

6. As cordas shibari além de proporcionarem prazer também é suposto ser uma forma de arte. O corpo do submisso ficará marcado de maneira geométrica para que o padrão seja bonito ao ser observado.

7. Ainda de maneira a conseguir ter segurança e durante as primeiras experiências sexuais tenha sempre por perto um objecto pontiagudo. Caso sinta que a submissa se está sentir demasiado presa, tenha um ataque de pânico, magoada ou insegura poderá simplesmente cortar as cordas shibari!

REGRA DE OURO: Tenha em mente que as primeiras sessões sexuais não conseguirá dar nós para que o corpo da submissa se torne geometricamente bonito. Só com a experiência conseguirá aprimorar o belo dom desta arte milenar em deixar que o corpo da mulher fique visivelmente bonito!

Até estar bonito, concentre-se em atingir os pontos principais para que a sua companheira sexual consiga atingir o prazer.

2 thoughts on “Regras de utilização para cordas shibari”

  1. Estou envergonhado de ler tamanha asneira. Regras aleatórias tiradas sabe-se lá de onde. Com uma ortografia e gramática sofríveis, deturpando e destruindo séculos e mais séculos de cultura em poucas linhas.
    Vamos às correções desta boçalidade:
    1. Se a pessoa está com queimaduras, NADA deve ser feito, a não ser CUIDAR. A saúde estará debilitada e BDSM não é brincadeira de criança. Nem de adulto irresponsável.
    2. Cordas de algodão? HAHAHAHA Jura? Cordas tradicionalmente usadas no kinbaku/shibari são de JUTA ou CÂNHAMO. Cordas de algodão tendem a comprimir os nós com pouca força, impedindo que a soltura seja feita de forma rápida, pondo em risco a segurança do indivíduo amarrado.
    3. Primeiro ponto razoavelmente correto, mas focando no lado errado. Tenha certeza dos pontos para EVITAR LESÕES, não só pra dar prazer.
    4. Esse item passa, mas vale lembrar que o objetivo aqui nem sempre é sexual, então a palavra de segurança deve estar desvinculada da situação envolvendo o momento, não só de sexo.
    5. MUITAS pessoas têm prazer JUSTAMENTE na dor. O kinbaku tem como regras não provocar danos permanentes, mas a dor não é evitada por completo. Se fosse, não seria uma arte derivada de formas de tortura do Japão feudal.
    6. Formas geométricas? E as amarrações assimétricas? E as técnicas de estilo livre que ignoram completamente a forma, focando só na estética irregular e desregrada? Item mal formulado focando apenas em meia dúzia de posições. Cadê a criatividade?
    7. PONTIAGUDO? HEIN? É SÉRIO? Quer dizer então que quando o bottom estiver em pânico e agoniado, vc vai aparecer com um objeto pontiagudo na frente dele? Pra fazer o que? Enfiar no pescoço ou na barriga? Porque essa é a ÚNICA coisa que vai acontecer ao tentar enfiar algo pontiagudo entre as cordas e o corpo de alguém se sacudindo querendo se soltar.
    REGRA DE OURO. Só pode estar zuando… é regra ou observação? Muitas pessoas conseguem uma amarração linda logo na primeira tentativa. E quanta insistência no “foque nos pontos”, hein… é livro de desenho? Se é pra focar só no prazer sexual da mulher, é mais fácil ir logo aprender a fazer um bom sexo oral e uma massagem.

    BONUS: CORDAS SHIBARI? Nem tenho o que escrever sobre isso… Sério. Pessoas, se informem antes de escrever esse tipo de coisa. Pessoas podem morrer por causa de textos como esse.

    1. Boa tarde, antes de mais agradeço desde já a sua intervenção quanto aos erros gramaticais, que já estão a ser corrigidos.
      Quanto à sua intervenção relativamente às regras:
      1. O que se pretendia com a primeira regra e, tal como foi exposto, era sensibilizar os praticantes para o facto que, na presença de algum tipo de queimadura, o praticante não se deve expor à utilização das cordas.
      2. As cordas de algodão devem apenas ser utilizadas inicialmente, pois eventualmente os participantes poderão não conseguir disfrutar as cordas shibari na sua totalidade, tendo em conta que não têm um grau avançado de conhecimento relativamente à sua utilização. Dito isto, concordo que a utilização de cordas de Juta ou Cânhamo são realmente o melhor.
      3. Tal como acima referido, numa fase inicial a experimentação não será demasiado aprofundada, pois nem mesmo os próprios participantes saberão o que fazer. Claro que durante toda a experiência, o submisso deverá informar o dominador quais os pontos que deve de evitar para não magoar, a não ser que seja esse o propósito.
      4. Em toda e qualquer situação em que haja sexo envolvido, deve de haver sempre uma palavra de segurança para proteger os seus participantes.
      5. A dor provoca prazer a algumas pessoas, nem todos pensam da mesma forma, e por isso aconselhei que tenham cuidado com os pontos que serão tocados. Como disse e muito bem, o Shirabi é proveniente do Japão Feudal e tem como base a tortura, mas será necessário ter em conta o que cada utilizador quer que lhe seja proporcionado.
      Talvez não tenha sido suficientemente clara nas minhas sugestões. Tentarei sê-lo no futuro.

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